Capelas de exaustão e armários de produtos químicos concentram vapores inflamáveis e reagentes voláteis. O FireDETEC Fume Hood detecta e suprime automaticamente dentro do volume da capela — sem interferir no fluxo de ar da exaustão.
Laboratórios de química, farmácia, petroquímica e pesquisa concentram múltiplos fatores de risco simultâneos: reagentes inflamáveis, fontes de ignição (bicos de Bunsen, aquecedores, motores elétricos) e ventilação forçada que acelera a propagação de vapores. Uma ignição dentro de uma capela de exaustão pode se propagar para o duto de exaustão e atingir outras áreas do laboratório em segundos.
Não. O FireDETEC Fume Hood é projetado para ser instalado dentro da chapel sem obstruir o fluxo de ar da exaustão. O tubo sensor é fixado nas paredes internas da chapel e o cilindro de agente é instalado externamente, com a mangueira de descarga penetrando na chapel.
O CO₂ é o agente mais comum para capelas de laboratório por ser eficaz em classe B (líquidos inflamáveis) e não deixar resíduo. Para capelas com equipamentos eletrônicos sensíveis, o HFC-227ea (FM-200) é preferível por não ser letal em concentrações de supressão.
Sim, com precauções específicas. Capelas de perclorato exigem sistema de supressão por água (sprinkler de resposta rápida) para resfriamento, além do sistema de supressão por gás. A CO₂ Contra Incêndio projeta sistemas combinados para este tipo de aplicação.
A NFPA 45 (Standard on Fire Protection for Laboratories Using Chemicals) é a referência internacional. No Brasil, a NBR 14276 (Brigada de incêndio) e as Instruções Técnicas do CBMMG complementam os requisitos. Laboratórios de farmácias de manipulação também devem atender à RDC 67/2007 da ANVISA.
Sim. O FireDETEC possui botão de acionamento manual externo à chapel para acionamento pelo operador em caso de emergência. O sistema também pode ser configurado com retardo de descarga (tipicamente 30 segundos) para permitir a evacuação do laboratório antes da descarga de CO₂.